Parece que do dia para a noite, a mulher, que era tão cobrada por uma aparência impecável, é levada a acreditar que os “40 anos” exigem dela uma cara mais madura, acompanhada por cabelo curto e maquiagem neutra em tons pastéis. Precisa ser assim? Vamos aos pontos. 40 anos é pouco, muito pouco diante da expectativa crescente. Hoje, uma pessoa com 40 anos viveu metade da vida, isso se pensarmos a curto prazo. Então, abrir mão da estética e do comportamento jovem tão cedo não faz sentido algum. Outra coisa: cada mulher sabe o peso dos anos sobre si. Algumas mulheres ficam bem em ver as primeiras ruguinhas e fios brancos. Outras procuram anti-rugas, frequentam dermatologistas, vão à academia, cuidam do cabelo e chegam aos 40 a todo vapor.Ou seja, abrir mão do cabelo longo e sensual só é necessário para quem acha que é, para quem vai se sentir melhor assim. Caso contrário, esqueça a tesoura. “O cuidado é ficar atenta ao envelhecimento do fio, que perde o movimento, a cor e um pouco da textura. Então, dependendo da qualidade do fio, talvez seja bom deixar na altura do ombro. Se a sobrancelha perdeu a cor e a pele ficou mais manchada, ai clarear ajuda muito a rejuvenescer porque marca menos as imperfeições”, diz o cabeleireiro Denylson Azevedo, do salão Theo Carias.
Já Augusto Henrique, do Franck Provost Brasil, concorda com a perda da qualidade do fio como fator decisivo para cortar ou não os fios. “Indico para mulheres com 40 anos ou mais que deixem os cabelos mais curtos e mais claros porque o loiro disfarça as linhas de expressões e o curto rejuvenesce. O cabelo branco não tem pigmentação por isso tem um aspecto ressecado. Com um bom corte, mais curto e mais claro, fica elegante e mais jovial", diz.
Pronto, agora a análise é sua. Mas é uma questão de necessidade e não de cobrança externa, certo?

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