domingo, 3 de maio de 2009

Conheça dez ilhas paradisíacas!


No meio do congestionamento ou ouvindo uma bronca do chefe, não tem como não sonhar com um pouco de isolamento. Nada melhor, para isso, do que uma ilha. Com o desenvolvimento do turismo, é complicado encontrar uma porção de terra totalmente deserta e com acesso, se não fácil, possível. No entanto, alguns cantinhos de paz ainda existem nos 10 lugares que listamos aqui. Escolha quem você levaria para sua ilha e descubra o seu:

1. Ilha do Bananal (TO)
Cercada pelos rios Araguaia e Javaés, é a maior ilha fluvial do mundo. Tem flora e fauna diversificadas, já que está em um ponto de transição entre a Amazônia e o cerrado. As atrações variam conforme a época do ano: nas chuvas (de novembro a abril), o território alaga, formando um verdadeiro pantanal que só é possível de explorar de barco. Na seca, a água que recua dá lugar a belas praias.

2. Ilha de Marajó (PA)
Em função de seu tamanho, é bastante diversa e oferece um leque enorme de oportunidades. Marajó mistura praias com Amazônia, campos povoados por búfalos com vilas, tudo isso colorido pelo vermelho das penas do guará, um pássaro típico da região. Além das belezas naturais, renda-se ao encanto do artesanato marajoara e das danças inspiradas em manifestações africanas e indígenas.

3. Ilha do Caju (MA)
A ilha é uma das cerca de 80 localizadas no delta do rio Parnaíba, perto da fronteira do Maranhão com o Piauí. Ela é propriedade de uma família de origem britânica, que resolveu investir pesado na preservação e no ecoturismo. Aproveite para relaxar caminhando por entre as dunas, observe os caranguejos ao explorar os mangues de caiaque, ande a cavalo ou, simplesmente, escolha uma das praias marítimas ou fluviais.

4. Arquipélago de Fernando de Noronha (PE)
Só foi aberto para o turismo na década de 90 e, ainda assim, com visitação controlada. Não é à toa que esse conjunto de ilhas consegue preservar intacta sua natureza caprichada. O desenho de Fernando de Noronha é carregado de pinceladas azuis e verdes no mar, emolduradas por praias douradas, rochas e corais. Ali, a vida marinha pulsa e convida a um mergulho.

5. Arquipélago de Abrolhos (BA)
Esse Parque Nacional Marinho é formado por cinco ilhas e fica no litoral sul da Bahia, na altura de Caravelas. Uma das melhores épocas do ano para o turismo é entre julho e novembro, quando ele recebe a visita das baleias-jubarte. Nesse período em que fazem a reprodução, elas proporcionam um fascinante espetáculo de caudas, acrobacias, barbatanas e cantos.

6. Ilha Grande (RJ)
A maior das ilhas da baía de Angra dos Reis, só se chega de barco. Para suas belas enseadas, o único caminho são as trilhas. Além das mais de cem praias, Ilha Grande tem Mata Atlântica preservada, rios, cachoeiras e clima de vila de pescadores. Desfrute com mais tranqüilidade fora dos feriados prolongados e da alta temporada, quando o local é invadido por visitantes de Rio e São Paulo.

7. Ilhabela (SP)
Bela até no nome, a ilha é famosa pela prática de esportes náuticos, em especial a vela. A 198 quilômetros de São Paulo, está longe de ser deserta, oferecendo um generoso leque de pousadas e restaurantes charmosos. A costa voltada para o oceano, porém, é marcada por praias selvagens e de difícil acesso, como a do Bonete. Não precisa nem desligar o celular para relaxar: ele não pega ali mesmo...

8. Ilha do Cardoso (SP)
No extremo sul do litoral paulista, essa ilha tem 90% de seu território preservado por um parque estadual. São cerca de 20 mil hectares de Mata Atlântica, cachoeiras, praias, costões, dunas, piscinas naturais e sambaquis (depósitos de conchas). A Ilha do Cardoso é habitada por comunidades caiçaras, de ascendência indígena, que dão as visitantes uma importante lição sobre o relacionamento com a natureza.

9. Ilha do Mel (PR)
Acesso limitado, ausência total de carros, nada de iluminação pública. Esses são alguns dos ingredientes que dão sabor rústico à essa ilha do Paraná. Com 35 quilômetros de praias, há areia de sobra para os visitantes se espalharem. Quando o fazer nada à beira-mar parecer insuficiente, encare a trilha até o Forte Nossa Senhora dos Prazeres, que oferece uma vista de perder a voz.

10. Ilha do Campeche (SC)
Localizada a leste da ilha da moda - Florianópolis -, Campeche não oferece a possibilidade de pernoite. Para explorar suas trilhas, só mesmo em bate-e-volta, com monitor credenciado e após o pagamento de uma taxa de preservação. Em meio ao cenário de Mata Atlântica, a ilha de apenas uma praia guarda uma surpresa improvável: dez sítios arqueológicos, com um vasto conjunto de inscrições rupestres.

sábado, 2 de maio de 2009

Economize energia, vai ajudar o planeta e seu bolso!

Cerca de 20% de toda a eletricidade produzida no planeta é utilizada para iluminação . No entanto, grande parte dessa energia é desperdiçada ou porque 70% dos produtos de iluminação empregados utilizam componentes com tecnologia antiga ou simplesmente por maus hábitos, de acordo com a GE Iluminação.

Diante disso, agora que o verão já foi embora, dá para aproveitar que o friozinho está chegando para economizar energia. Para isso, bastam algumas medidas simples. Assim, você ajuda o planeta e o seu bolso!

De olho no ambiente

Para reduzir o consumo de energia , a primeira coisa a ser feita é olhar o ambiente, seja onde você mora seja no local onde trabalha. Para começar, substituir as lâmpadas incandescentes por fluorescentes pode representar uma economia de mais de 80%.

O melhor de tudo é que, segundo os especialistas da GE Iluminação, as lâmpadas fluorescentes iluminam tanto quanto as incandescentes, mas consomem quatro vezes menos energia e duram até 12 vezes mais.

Além disso, prefira utilizar lâmpadas e sistemas de iluminação fabricados com materiais que refletem ou distribuem energia, ao invés de absorvê-la. Quando for utilizar luminárias, os especialistas da GE recomendam utilizar aquelas com fluxo luminoso ou coeficiente de iluminação entre 0,33 e 0,5, para espaços pequenos, e entre 0,55 e 0,8, para espaços grandes.

E não se esqueça: ao terminar a vida útil das lâmpadas, recicle as fluorescentes.

Pintar as paredes com cores claras e deixar sempre as cortinas abertas, para que o sol entre, são medidas simples que também ajudam a economizar. As cores claras refletem a luz, facilitando a iluminação do ambiente, demandando, assim, menos energia. Ao anoitecer, feche as janelas, para evitar a perda de calor.

De olho na tecnologia

Na hora de iluminar seu quintal ou o portão de casa, o melhor é utilizar luzes com sensores de movimento, que só acendem durante a noite e quando detectam a presença de alguém. O sensor reduzirá ainda mais o consumo de energia.

Prefira abajures e luminárias em vez de iluminar cômodos inteiros, pois esses elementos reduzem a voltagem das lâmpadas. Lembre-se que excesso de luz artificial é tão prejudicial para os olhos quanto a falta de luz. E, não esqueça, apague as luzes ao sair do cômodo.

Além disso, ao comprar produtos para iluminação, eletrodomésticos e artigos, atente para a certificação de eficiência energética. Os produtos certificados podem reduzir o consumo de energia em até 75%.

De olho nos aparelhos

Entre os vilões da conta de luz, o chuveiro e a geladeira são os que mais contribuem para o aumento dos gastos, respondendo por 25% e 30%, respectivamente, de toda energia utilizada em uma casa.

Ao diminuir o número de vezes em que se abre a porta da geladeira, não guardar alimentos quentes, verificar as condições da borracha de vedação e não secar roupas atrás do aparelho, é possível diminuir os gastos no final do mês.

No caso do chuveiro, a economia pode chegar a 30%, somente pelo fato de ele estar na posição verão. Com o frio, não precisa ficar mais que cinco minutos debaixo do chuveiro. Lembre-se de que, além de gastar energia, demorar no banho desperdiça água.

Aparelhos eletrônicos que ficam em stand-by, com a luz vermelha acesa indicando que estão prontos para entrar em funcionamento, podem encarecer uma conta de luz em até 15%. Tirar esses equipamentos da tomada pode ser uma boa atitude para o seu bolso.

Porém, essa medida não deve ser feita com todos os aparelhos, já que retirar da tomada um produto que será usado novamente em um curto período de tempo pode prejudicar a vida útil do equipamento.

Jóias extravagantes em exposição


Design diferenciado, texturas e materiais nobres ou alternativos são algumas características das peças selecionadas para a Exposição XXL de Jóias, que vai até 10 de maio. O evento é organizado pela Central de Designers, que convidou 53 artistas premiados da área para mostrar suas criações que fogem do padrão.
Afinal, essa também é a proposta do espaço idealizado pela joalheira e publicitária Cristiane Maradei Lombardi, que exibe criações de designers consagrados e jovens talentos do mercado, sempre com o mote das novas propostas.

Entre os artistas selecionados, estão Adriana da Riva, Adriana Delmaestro, Alfredo Grosso, Amanda Chohfi, Bettina Terepins, Cacau Villas Boas, Camila Lovisaro, Carlos Godoy, Ivete Cattani, Juliana Pellegrini, Letícia Linto, Patrícia Gotthilf, Nami Wakabayashi, Salvador Francisco Neto e Sonia Pasetti.

Segundo a organização, a intenção da exposição é mostrar outra dimensão da jóia e poetizá-la dentro de uma tendência captada no mercado: tamanhos grandes, por isso o nome XXL (sigla para extralarge, em inglês), que define o tamanho extragrande.

"Quando soube do tema da mostra, fiquei muito feliz, já que vai ao encontro do que sempre busquei no meu trabalho", diz o joalheiro Salvador Francisco Neto, 64 anos e 56 de carreira. A maioria de suas joias é feita com aço inox e titânio porque prefere valorizar a arte, e não o material.

"Ouro e prata são nobres, porém recicláveis: você pode desmanchar uma joia para fazer outra", explica ele, que expõe peças grandes, como um anel de pedra trusa e um colar que cobre todo o ombro, "para ser usado por pessoas despojadas", em suas palavras. "Jóias são parte de uma pessoa e não signos de ostentação", conclui.

"Para mim, cada peça da minha coleção é uma obra de arte, e essa é a grande poesia", diz Amanda Chohfi, 33 anos, há nove na área de joalheria. Compartilham desse conceito os artistas e designers que participam da exposição, já que os trabalhos são todos bem pessoais.

"Não pensamos em tendências. Sigo meu estilo baseado na pesquisa de materiais e nas formas simples e diretas", afirma ela, que expõe duas peças - um bracelete e um pingente - feitas com materiais de que gosta, como prata com tratamento de cor, acrílico e diamante.

Serviço

A Exposição XXL de Jóias acontece na Central de Designers, no Shopping Jardim Sul, piso 2, que fica na Av.Giovanni Gronchi, 5819, São Paulo, SP.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Os 10 melhores museus do mundo!

Não é à toa que milhões de pessoas enfrentam suas filas. Neles estão alguns dos quadros mais famosos que conhecemos, objetos da antiguidade ou as mais surpreendentes esculturas contemporâneas. Veja quais foram os dez museus mais visitados do mundo em 2008, segundo levantamento do jornal The Art Newspaper, e inspire-se:

1. Louvre, Paris (www.louvre.fr) - É, de longe, o mais visitado museu do mundo e parada obrigatória para quem quer conhecer os maiores frutos da civilização, começando no Egito, passando pela Vênus de Milo, pela Monalisa, e chegando até o século XIX. Em 2008, foram ao Louvre 8,5 milhões de pessoas.
2. British Museum, Londres (www.britishmuseum.org ) - Fundado em 1753, é um dos primeiros do mundo moderno. Seu acervo possui mais de 7 milhões de objetos de todos os continentes (muitos guardados por falta de espaço). Entre suas relíquias mais famosas está a Pedra de Roseta, um bloco de granito negro com as inscrições que deram a chave para entender os hieróglifos egípcios.
3. National Gallery of Art, Washington D.C. (www.nga.gov) - Possui uma coleção de 116 mil pinturas, desenhos, fotografias, esculturas e outras obras de arte produzidas no Ocidente. Mais antiga, sua ala oeste guarda trabalhos europeus e americanos criados até o começo do século XX. Obras mais recentes ficam na parte leste do museu.
4. Tate Modern, Londres (www.tate.org.uk/modern) - Existe um caso de amor entre o público e o local, embora alguns críticos digam que a bela vista do Tâmisa influencia nesse sucesso. Instalado em uma antiga usina, possui mais de 60 mil trabalhos de arte moderna em constante rotação, incluindo Matisse, Warhol, Duchamp, Rodin e Rothko.
5. Metropolitan Museum of Art, Nova York (www.metmuseum.org) - Megalômano, o MET, como é conhecido, se gaba por ter 2 milhões de peças de arte, abrangendo 5 mil anos de cultura, da pré-história ao presente. Essa coleção não se restringe exclusivamente a obras ocidentais, o que torna o museu um ótimo lugar para conhecer também a arte asiática e islâmica.
6. Museus Vaticanos, Roma (mv.vatican.va) - Como o próprio nome diz, não é uma, e sim um conjunto de instituições culturais da Santa Sé, dispostas em um mesmo local. O gigantesco acervo é formado pelas obras artísticas e peças antigas reunidas pelos papas ao longo de muitos séculos. Destaque para as estátuas e bustos clássicos, os artefatos egípcios e etruscos e para as pinturas renascentistas.
7. National Gallery, Londres (www.nationalgallery.org.uk ) - O grande trunfo desse museu não é a quantidade de obras, mas a qualidade delas. Há aqui pinturas do século XIII ao fim do XIX, bastante representativas para seus períodos, como os jogos de luz de Caravaggio, a vênus com seu espelho de Velázquez e girassóis de Van Gogh.
8. Musée d'Orsay, Paris (www.musee-orsay.fr) - Instalado em uma antiga estação de trem, contém uma supercoleção de obras impressionistas - Monet, Renoir, Pissarro, Sisley, Degas, Manet - e pós-impressionistas - Van Gogh, Cézanne, Seurat, Matisse. Exibe ainda trabalhos de Art Nouveau.
9. Musée d'Art Moderne de la Ville, Paris (www.mam.paris.fr) - Seu acervo ilustra as principais correntes do século XX, como fauvismo, cubismo, dadaísmo, surrealismo e expressionismo. No total, são mais de oito mil obras, incluindo de Matisse, Picasso, Braque, Modigliani e Chagall.
10. Museum of Modern Art, Nova York (www.moma.org) - Foi criado em 1929 para apresentar aos nova-iorquinos a vanguarda das artes. Passados 80 anos e muitas reformas, o MoMA possui hoje mais de 150 mil pinturas, desenhos, esculturas, peças de design e fotografias, entre outros.

Visite para ver obras-primas como Noite Estrelada, de Van Gogh, Les demoiselles d'Avignon, de Picasso, e Dança, de Henri Matisse.

Chigago, boa opção para o 1º de Maio.


"Virá o dia em que nosso silêncio será mais poderoso do que as vozes que vocês estão sufocando hoje." A estátua erguida no Forest Home Cemetery, nos subúrbios de Chicago, Estados Unidos, poderia ser confundida com qualquer outra homenagem tumular não fosse a frase talhada a seu pé. Ela faz referência a trabalhadores mortos na cidade em decorrência de uma greve geral marcada para o dia 1º de Maio de 1886. Foi em memória deles que, três anos depois, a data foi declarada como o Dia Internacional do Trabalho.

No fim do século XIX, os operários de Chicago reivindicavam a melhoria das condições laborais, entre as quais a redução da jornada para oito horas. Quando eclodiu a greve, iniciaram confrontos com a polícia que, no dia seguinte, resultaram na morte de grevistas. O incidente provocou a mobilização de comícios simultâneos na cidade. O da Praça de Haymarket entrou para a história por ter sido palco da explosão de uma bomba lançada contra as forças policiais. Como não se identificou o responsável pelo ato, a punição caiu sobre líderes operários - todos imigrantes alemães -, que foram condenados à forca. Chamado de "Mártires de Haymarket", o monumento localizado no cemitério onde foram enterrados os condenados foi erguido em 1893.

Feito de granito e bronze, ele mostra duas figuras humanas: uma mulher representando a Justiça que coroou com louros um trabalhador caído. Além dessa estátua, o local exato onde ocorreu o comício também relembra o fato. Ali, na esquina das ruas Desplaines e Lake, foi instalada uma escultura assinada pela artista Mary Brogger. A obra representa os trabalhadores sobre uma carroça semelhante à usada como palco da manifestação que virou tragédia.

O local se tornou símbolo de movimentos sociais e costuma assistir às passeatas do Primeiro de Maio organizadas na cidade. Hoje, quem visita Chicago logo perceberá que as fábricas que foram fruto da discórdia já não estão mais na região dos confrontos. O que predomina na paisagem são as gigantes estruturas de alguns dos maiores arranha-céus dos Estados Unidos, como o Aon Center e o John Hancock Center (346 e 344 metros de altura, respectivamente), ambos localizados no Loop, distrito que é o coração pulsante da economia e da cultura da cidade. Nenhum desses prédios, porém, supera sua vizinha mais célebre: a antiga Sears Tower, torre que mudou seu nome este ano para Willis Tower.

Maior edifício dos EUA, ela tem 442 metros de altura e 110 andares. Seu 99º piso, aberto à visitação, oferece uma vista privilegiada (www.theskydeck.com/tickets.asp).

Para saber mais sobre as atrações de Chicago, visite o site www.explorechicago.org