domingo, 31 de maio de 2009

Logan - O cowboy e a mensagem de Deus

Pilates e o desempenho sexual

Na hora de pensar em uma atividade física associamos a ela nossa saúde e auto estima, sempre focados no físico. Mas, além desses benefícios, os exercícios podem ser a ajuda para apimentar a relação a dois. O pilates é um ótimo aliado para melhorar o desempenho sexual. Por trabalhar especialmente os músculos da região pélvica (ou do quadril), os exercícios tendem a deixar os praticantes com mais disposição para o sexo.

Segundo a fisioterapeuta Daisy Chaves, do Studio D&D, diversos fatores contribuem para isso: o desenvolvimento da capacidade respiratória, uma vez que os exercícios são realizados com uma respiração correta e suave; maior capacidade de concentração; aumento da resistência, da força e da flexibilidade corporal; e redução de dores, como as das costas, por exemplo.

"A força que o pilates dará aos músculos da região abdominal e da pelve, muito usados durante a relação sexual, ajuda na sustentação e na durabilidade do ato sexual", afirma a fisioterapeuta.

Algumas mulheres sofrem com o relaxamento da musculatura pélvica após a gravidez ou no período da menopausa, o que pode reduzir o prazer durante a relação. Esse problema pode ser facilmente corrigido com exercícios de pilates focados no fortalecimento dessa região. O resultado é um maior conforto e prazer durante o ato sexual. Além disso, com a liberação da serotonina (substância liberada ao praticar atividade física e que está ligada ao humor e ao prazer) há uma diminuição do estresse, que pode ser o maior inimigo na hora H.

"A substância propicia uma sensação de bem-estar que certamente contribui para deixar a pessoa mais sensível aos estímulos sexuais", explica Daisy.

Os movimentos de abrir e fechar a perna e o de empurrar e encaixar os quadris feitos no pilates trabalha com o períneo e os adutores, os mesmos usados nas posições sexuais. Fortalecer essa musculatura só pode ajudar a melhorar a desempenho na da relação a dois.

"Há certas posições sexuais exigem sustentabilidade dos músculos abdominais e dos braços, tanto para mulheres, quanto para os homens. A força proporcionada pelos exercícios do pilates evita, inclusive, as dores no dia seguinte", aconselha Daisy.

sábado, 30 de maio de 2009

Abrindo uma pequena empresa

Tornar-se uma empresária, dona de seu próprio negócio, pode parecer uma tarefa difícil, em que somente quem tem um bom capital inicial ou excelente assessoria consegue prosperar.

De fato, se firmar no mercado com uma empresa, independente da área, é um desafio. Mas nada que seja impossível. Espírito empreendedor e boas ideias podem transformar seu sonho numa realidade deliciosa de gerenciar.

O primeiro passo é escolher o tipo de empresa que mais se enquadra com o negócio que pretender abrir. “O empreendedor deve estar atento aos tipos de empresa para a formalização e legalização de seu negócio”, afirma o consultor do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo, Henri Paganini. Ele diz que após a entrada do novo código civil, mudaram os tipos de sociedade que a legislação brasileira admite.

Dentre as sociedades permitidas está a ‘Empresário’ ou ‘Individual’, onde é a própria pessoa que trabalha no setor de serviços ou comércios. Nela não é obrigatório possuir curso superior ou técnico para exercer a atividade, por não se tratar de negócio intelectual.

Existe também a ‘Sociedade Empresária Limitada’ e para que esse tipo de sociedade possa ser registrada é preciso que a empresa tenha dois ou mais sócios. “Eles deverão exercer atividades comerciais ou de prestação de serviços não intelectuais”, explica Henri.

Por último existe a ‘Sociedade Simples Limitada’, que consiste em uma empresa com dois ou mais sócios. “Eles estarão incumbidos das atividades intelectuais em diferentes áreas, como técnica, científica, literária ou artística”.

Segundo o consultor, a constituição da micro ou pequena empresa é formalizada pelo contrato social. “Esse contrato é o instrumento de abertura da empresa e delimita as responsabilidades, direitos e deveres de seus membros e terceiros”, conta. Ele diz que o documento possui cláusulas obrigatórias por lei e outras facultativas, além dos dados cadastrais da empresa e das pessoas que compõe a sociedade junto com as atividades desenvolvidas.

A classificação de porte de empresa adotada pelo BNDES e aplicável à indústria, comércio e serviços, depende da receita e indica que ‘Microempresas’ são aquelas com receita operacional bruta anual ou anualizada até R$ 1.200.000. ‘Pequenas Empresas’ são as com receita superior a esse valor e inferior ou igual a R$ 10.500.000. ‘Médias Empresas’ são as que possuem receita operacional bruta anual ou anualizada superior a R$ 10.500.000 e inferior ou igual a R$ 60 milhões. As com receita superior a esse valor são enquadradas como ‘Grandes Empresas’.

O contrato que é feito para abrir uma ‘Sociedade Empresária Limitada’ deverá ser registrado na Junta Comercial do Estado, diferente do contrato de ‘Sociedade Simples Limitada’, que deve ser registrado no Cartório de Pessoas Jurídicas.
Vale lembrar que o contrato social não é utilizado para o tipo de empresa ‘Individual’. “O requerimento de ‘Empresário’ é o documento que substitui o contrato social. E seu registro também é realizado na Junta Comercial”, ressalta.

Antes de elaborar um contrato, seja para qual empresa for, é preciso ter a orientação de um profissional que pode auxiliar o empreendedor a registrar no contrato todas as exigências do Código Civil. “É aconselhável que a orientação parta de um contabilista legalmente habilitado pelo Conselho Regional de Contabilidade”, indica.

Com a documentação em ordem, o registro da empresa é feito em até 10 dias. Se o empreendedor tiver auxílio de um profissional habilitado esse processo será menos burocrático e complicado.

Além desses detalhes, é necessário que o empresário coloque no papel os gastos que terá para conseguir abrir a empresa. “O empreendedor gastará com a elaboração do contrato social e seu registro nos órgãos competentes”, explica. E completa dizendo que ainda devem ser pagas taxas para a Junta Comercial do Estado e para a Receita Federal. Os honorários do profissional que elaborará o contrato social e seu efetivo registro também entram na conta.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Conheça São Mateus, uma mistura de praias e construções coloniais.

Todo mundo fala do sul da Bahia como um destino de sonho nas férias, mas por que não falar do norte do Espírito Santo, já que está tão pertinho e a beleza não respeita a linha imaginária dos mapas? Um dos atraentes destinos dessa parte do litoral capixaba é a cidade de São Mateus, uma das mais antigas do Brasil.

Consta que o primeiro colonizador a fincar os pés nesse solo fez isso em 1544, mas o crescimento da cidade só se intensificou lá pelo século XVII. Quem quiser fazer uma visita aos tempos do Brasil Colônia pode começar pela região do antigo porto de São Mateus, conhecida como "Cidade Baixa".

Ali se encontra um colorido conjunto de casarões coloniais, todos reformados. Do porto, eram exportados farinha, café, madeira e outros produtos vindos das fazendas da poderosa aristocracia local.

Para trabalhar na produção chegavam pelo mesmo porto milhares de escravos, o que fez de São Mateus a cidade mais negra do Espírito Santo. Com os africanos, veio toda uma cultura que se mantém viva na cidade na forma de festas popular e nos antigos quilombos. Neles é possível conhecer o processo tradicional de fabricação do beiju - a tapioca -, com direito a degustação.

Um dos palcos dos eventos folclóricos realizados pelos negros é a igreja de São Benedito. Essa construção jesuíta data provavelmente do início do século XVIII e está localizada no centro da cidade. Outra igreja que merece uma visita é a Matriz, que já existia em 1764 e sobreviveu a um incêndio para hoje poder contar sua história.

Além das edificações, São Mateus também foi favorecido com vários dotes naturais, estando os maiores em seu comprido litoral. As praias fazem a festa de mineiros e capixabas, em especial no carnaval, quando a da ilha de Guriri é tomada por milhares de pessoas.

Quem quiser agito na cidade deve procurá-lo ali, mas quem preferir um pouco mais de tranquilidade precisa por o pé na estrada em direção a outra praia: Barra Nova.

Com cerca de 60 km de extensão e muitos manguezais, Barra Nova tem acesso mais difícil, mas ainda assim oferece alguns bares onde é impossível não provar a especialidade da casa, vinda fresquinha do mar: o sururu.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Um pouco de Design...


O Salão Internacional do Móvel transforma Milão numa passarela de projetos, ideias e protótipos. Arquitetos suíços participam do Salão, o Fora do Salão e o Euroluce com os seus fachos de luz que se acendem duas vezes por ano.

Designers do mundo inteiro usam este fértil momento para mostrar ao mundo as versões modernas para as criações clássicas, tradicionais, além de produzir muito material a partir dos restos.

Os espaços nobres da cidade se transformam em verdadeiras usinas da criações arquitetônica e artísticas . O Centro Cultural da Suíça recebeu a homenagem ao grande arquiteto helvético Hannes Wettstein, morto no ano passado, com apenas 50 anos. Os colaboradores de uma vida tentam levar adiante a principal bandeira do mestre: repensar os objetos do cotidiano, valorizar ao extremo o essencial dos produtos e sua qualidade sem sacrificar a beleza.

Uma atmosfera mágica envolve o espaço das instalações. Ela representa o mergulho na matéria. No caso, é a madeira. Ripas em estado bruto servem de divisórias e de introdução para a sala repleta de mil e um jogos e desenhos. O chão coberto de serragem e lascas de madeira calcam os passos dos visitantes. E para marcar a passagem do tempo e do processo de transformação da árvore em objeto, os braços das cadeiras abrem e fecham, como se fossem um relógio de parede dando as badaladas das horas.

Ambiente da floresta

A sala tem uma iluminação difusa, com gelo seco dando a ilusão das brumas do bosque, além de um leve perfume de pinho e os sons dos animais invisíveis da floresta. Mimetizadas no sugestivo ambiente elas parecem levar uma existência discreta, nas sombras.

A visibilidade não atinge os cinco metros e para vê-la é necessário se aproximar quase como uma referência. Se caminha até encontrar uma grande escultura feita com cadeiras abandonadas. Braços e pernas, assentos e encostos de madeira, amarrados entre si ganham vida e novas formas.

Elas se transformam numa área de reflexão e de serenidade. Quem a visita repousa e recupera o ritmo normal da vida, acertando o relógio biológico com aquele da natureza, bem diferente do ritmo frenético de milhares de compradores, decoradores, arquitetos e estudantes ávidos pelas novidades.

Milhares de compradores

Eles formam um exército estimado em 350 mil pessoas ao longo da feira dando-se batalha na feira de Rho, onde pulsa o coração do Salão. A gigantesca estrutura de aço e vidro acolhe, desta vez, 2000 empresas do setor, um recorde de participações.

Ao redor das marcas afirmadas orbita uma geração de jovens visionários, recém-saídos das universidades. Luc Swen foi buscar no secular Tangram a idéias de criar módulos para recortar o espaco útil da melhor maneira possível. Como um jogo de encaixe, em diferentes formas geométricas, quatro bases e três apoios se encontram e redesenham o ambiente criando poltronas, sofás,camas.

Bem ao lado dele está a produção em high-tec de cadeiras com fibra de carbono. Elas foram elaboradas a partir de estudos do estúdio de design Laisr Design. Levíssimas e de grande resistência elas possuem as juntas do mesmo material, mas comprimido atraves de um processo único. Pintadas ou não, elas unem tradição, tecnologia, beleza e funcionalidade em cada uma das quatro pernas da peca.

Outros estúdios

Um pouco mais afastado dos conterrâneos estão outros dois estúdios helvéticos. A dupla Bonna & Rappa apresenta tapetes e pufes feitos com sacos de plástico e de arroz - usado na base do tapete. Eles foram recolhidos por mulheres no Marrocos.

A ponte aérea Suíça-Marrocos tem como conceito principal ajudar as mulheres que vivem nas comunidades mais pobres do país e, ao mesmo tempo, dar um sentido útil à reciclagem de materiais não biodegradáveis.

Outra dupla suíça, Tina Stieger e Annina Gahamiler, do estúdio Pour Les Alpes. A idéia era concretizar as experiências oníricas nas montanhas helvéticas e reinterpreta-las com o auxilio de artesãos dos cantões de Grisões e Appenzell. E conseguiram.

Em uma das pecas, um pedaço de piano aberto ao meio, com o interior completamente refeito e com a superfície serrada na forma de dentes que se encaixam nos lados opostos, abrindo e fechando a caixa. E o perfume de pinho remete aos bosques suíços. Não por acaso o estúdio ganhou o premio Swiss Arts Council do ano passado.

E depois do sucesso do ano anterior, o grupo Postfossil, retorna ao Salão Satélite. Os integrantes realizaram uma simples e bela luminária. Versátil, ela pode ser transformada num envelope de carta. Já as madeiras da cadeira foram fixadas umas nas outras graças a um sistema de fusão chamado "Wood welding", desenvolvido em parceria com Instituto de Ciências Aplicadas na Universidade de Berna.

Algo semelhante é realizado com ripas de madeira que formam uma mesinha de centro. 'Rotation dowill welding", criado com a ajuda da Escola de Tecnologia de Biel, cantão de Berna.

Lustres e lampadários

E no ramo dos lampadários eles não brincam em serviço. Criaram um abajour em lustre de cerâmica translúcida, com pintura a ouro no interior. O metal serve não apenas em ajudar refletir a luz, como causa o mínimo de perda de energia elétrica.

A Euroluce é a mostra bienal do que existe de melhor e mais moderno em termos de lâmpadas. A fronteira de uma termina aonde começa a do outro.

A Itália vai banir as lâmpadas a filamento até 1° de janeiro de 2011.
Apostando na tecnologia dos Leds, a Postfossil trouxe uma lampadinha que funciona com um painel solar como fonte de energia. A ideia é aplicá-las nas estradas como divisórias iluminadas das pistas, sobre as faixas.