quarta-feira, 29 de abril de 2009

Melhore a pronúncia de seus filhos com estes dez "Trava Línguas"


Sabe aquele comercial de TV em que o Luciano Huck aparece falando frases que parecem impossíveis de serem ditas? Aquilo se chama trava-língua e é um ótimo exercício para falar corretamente.

A fonoaudióloga e professora da Universidade São Camilo Luciana Bertachini afirma que é possível aprender a articular bem as palavras com brincadeiras. "A mãe pode estimular os filhos na pronúncia correta ao ajudar a criança a colocar um nome difícil numa boneca, por exemplo. Outra maneira é cantar músicas com palavras que tenham bastante consoante", informa. Essa dica impede, por exemplo, que você seja como o Cebolinha, personagem da Turma da Mônica que troca o "r" pelo "l", o que torna o jeito dele de falar "englaçado", porém errado.

E mesmo que alguns adultos achem um charme quando você troca uma letrinha por outra, saiba que esse erro pode lhe trazer problemas no futuro. Não seria no mínimo esquisito se seus pais falassem como alguém de cinco anos? Então, é bom corrigir eventuais falhas na pronúncia desde cedo.Para treinar e ainda se divertir, separamos 10 trava-línguas:

- O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá não sabia assobiar.
- Em um ninho de mafagafos havia sete mafagafinhos; quem amafagafar mais mafagafinhos, bom amagafanhador será.
- O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.
- O rato roeu a roupa do rei de Roma. Rainha raivosa rasgou o resto.
- Três tigres tristes para três pratos de trigo. Três pratos de trigo para três tigres tristes.
- O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro.
- O doce perguntou pro doce qual é o doce mais doce que o doce de batata-doce. O doce respondeu pro doce que o doce mais doce que o doce de batata-doce é o doce de doce de batata-doce.
- Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas. Tira da boca da bica, bota na boca da bomba.
- A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã. Nem a rã arranha a aranha.
- A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.

Colares de tecido lucrativo!!


Foi fazendo flores de tecido para o cabelo que a designer Camila Ferreira, de Campo Grande (MS), encontrou uma "mina de ouro" em agosto do ano passado. Assim que desfilou os primeiros modelos, passou a receber encomendas e, em um mês, já precisava da ajuda de duas amigas para dar conta da produção.

Os enfeites e colares que elas passaram a vender se encaixaram perfeitamente numa brecha de mercado não explorada da capital sul-mato-grossense. "Comecei a confeccionar os acessórios porque simplesmente não encontrava o que queria usar", lembra Camila. "Quando pensamos nos colares, optamos por usar tecidos também para ter um diferencial. Não havia essa oferta aqui e nós a preenchemos", conta.

A idéia vingou. Aproveitando retalhos e sobras de malhas de fábricas da região, as três colegas mataram dois coelhos com uma cajadada só. Ao usarem uma matéria-prima barata - ou grátis, já que a maioria dos tecidos ainda é doada -, não tiveram um custo inicial elevado. Além disso, podem classificar suas peças como ecológicas e ganhar pontos junto às adeptas da moda "verde".
Os colares agora são o carro-chefe do trio, que batizou a marca de Filós - Meninas Arteiras. Além de Camila, o grupo é também formado por Érica Estela e Marcela Manzig. Feitas de malha com detalhes em metal, as peças são volumosas e combinam várias cores. "Temos também uma linha mais "seca", mas a nossa característica é o estilo despojado, com volume", explica Camila.

Como podem ser colocados de diferentes formas em volta do pescoço, os colares acabam conquistando uma clientela ávida por looks de inverno na tórrida Campo Grande. "As pessoas aqui gostam de cachecol, mas faz muito calor. Os colares suprem essa vontade de usar a peça e não esquentam, já que são de malha", explica.

Hoje a produção é de cerca de 500 itens por mês, o que garante uma renda média de R$ 10 mil. Com sete meses de existência, o empreendimento ainda não se tornou atividade principal das três, mas a idéia é transformar a marca em uma loja na cidade.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Bebês Bilíngues... que gracinha!!


O que se passa na cabeça de um bebê bilíngue, como afeta a maneira de pensar e que benefícios traz? Um estudo publicado no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences pode ajudar a responder essas questões.

Mais do que administrar informações sobre dois idiomas, esse aprendizado acelera o desenvolvimento do processo cognitivo. Isso significa conseguir organizar, planejar, priorizar e alternar atenção entre objetos diferentes. A pesquisa foi realizada pela International School for Advanced Studies, em Trieste, na Itália, pelos médicos Agnes Kovacs e Jacques Mehler.

Quarenta crianças com sete meses, ainda ensaiando suas primeiras palavras, foram submetidas a teste para medir sua capacidade em realizar uma tarefa. Metade delas vivia em ambiente monolíngüe e a outra metade vinha de famílias bilíngues. Os bebês foram expostos a um boneco que aparecia numa tela após o som de palavras sem sentido inventadas pelos próprios pesquisadores. Aí, os sons e a localização dos bonecos eram mudados.

Os bebês monolíngües tiveram dificuldades em perceber as mudanças mesmo quando os pesquisadores davam dicas da nova localização do boneco. Já os bilíngües mudaram o foco de atenção mais facilmente. Monitorar línguas e mantê-las separadas em locais diferentes do cérebro é parte das funções conhecidas pela ciência. Portanto, o estudo sugere que mesmo antes de uma criança falar, o ambiente bilíngüe pode acelerar o desenvolvimento, pois exigiria o uso de mais áreas do cérebro dos bebês.

Dicas para evitar queimaduras em crianças

As queimaduras são uns dos principais acidentes que atingem as crianças. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde entre setembro e outubro do ano passado aponta que a maioria (27,4%) dos atendimentos de emergência por esse problema foi em pequenos de até nove anos. E dentro dessa faixa etária, 91,6% dos casos aconteceu dentro de casa.

Basta um cabo de panela virado para fora do fogão ou materiais inflamáveis ao alcance da garotada para que o pior possa acontecer. "As crianças são mais vulneráveis às queimaduras por terem pele mais fina que adultos e crianças mais velhas. Sofrem queimaduras a temperaturas mais baixas e mais rapidamente, que atingem maior profundidade e maior superfície do corpo; e têm habilidade reduzida para escapar do perigo", afirma a ONG Criança Segura. Caso o filho se queime, nunca coloque manteiga, clara de ovo ou outras receitas caseiras no machucado.

"Bolhas só podem ser estouradas por um médico no pronto socorro. Se a queimadura for causada por líquidos quentes, resfrie a área queimada imediatamente com água fria e corrente. Se for com agentes químicos, lave a área atingida com grande quantidade de água corrente. Se as vestes ficarem em chamas, deve-se deitar e rolar a criança no chão, além de enrolar a vítima com um pano úmido", recomenda a instituição.

Como o melhor sempre é prevenir, fique atento e siga à risca algumas dicas simples da ONG Criança Segura:

1. Mantenha as crianças longe da cozinha e do fogão, principalmente durante o preparo das refeições.
2. Dê preferência pelas bocas de trás do fogão e deixe os cabos das panelas virados para trás.
3. Evite carregá-las no colo enquanto mexe o conteúdo de panelas no fogão ou manipula líquidos muito quentes. Até um simples café pode provocar graves queimaduras na pele de um bebê.
4. Quando estiver tomando líquidos quentes, fique longe dos pequenos.
5. Não use toalhas compridas ou jogos americanos para evitar que os pequenos puxem, fazendo com que o que estiver em cima os queime.
6. Antes de dar banho no bebê, verifique a temperatura da água com o cotovelo ou o dorso da mão.
7. Não deixe as crianças brincarem por perto quando estiver passando roupa nem largue o ferro elétrico ligado sem vigilância.
8. Proteja as tomadas com tampas apropriadas, esparadrapo, fita isolante ou mesmo cobertas por móveis.
9. Fios elétricos devem estar isolados e longe do alcance da mão das crianças.
10. Apenas permita que empinem pipas em campos abertos com boa visibilidade, sem a presença de fios e postes de eletricidade. Oriente para não tentar retirar o brinquedo caso se enrosque na rede.
11. Não deixe fósforos, isqueiros e outras fontes de energia ao alcance das crianças.
12. Guarde todos os líquidos inflamáveis fora da casa e trancados longe dos filhos.

domingo, 26 de abril de 2009

Computador que estimula aprendizado


Um computador do tempo dos dinossauros, para seu filho aprender com os amigos pré-históricos em uma versão bem high-tech. O Dinotop, que chegou ao mercado agora, foi feito para ser o primeiro laptop da criança. Além de divertido, incentiva os pequenos a partir de um ano de idade a aprenderem letras, números, formas e cores, tudo em português.

A interação é feita através dos botões, bem funcionais e simples de serem usados. No botão “osso-seletor”, por exemplo, a criança pode ligar e desligar o aparelho, acessar letras e números e a função de formas e cores, além das notas musicais. Já a tecla interrogação estimula o aprendizado, pois lança questionamentos sobre o tema em questão (alfabeto, cor, música etc.).

O bacana é que o laptop encoraja a criança a continuar brincando mesmo em caso de erro. E quando eles acertam, tem elogio, lóóógico. A ideia é mostrar que errar é normal. Porque é mesmo!

Dinotop, Preço sugerido: R$ 79,90, Dican.