sábado, 14 de maio de 2011

Homens pensam mais em comer e dormir do que em sexo, diz pesquisa.

Ao contrário do que se imagina, a mentalidade masculina não se restringe ao sexo. Um estudo desenvolvido na Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, desbancou o mito e mostrou que pessoas do sexo masculino se preocupam mais em comer e dormir.

A pesquisa foi desenvolvida com 163 alunos da universidade, entre homens e mulheres. Eles tinham que carregar uma tabela e fazer marcações nela toda vez que pensassem em sexo, comida ou dormir. O resultado foi claro. Os homens pensam mais em comer e dormir do que em fazer sexo.

Segundo o estudo, os homens são mais concentrados e percebem com mais facilidade quando sentem estímulos para uma destas necessidades. Além disso, eles seriam mais sinceros em expressar os sentimentos.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

CLUBE DAS DICAS - FORUM

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terça-feira, 10 de maio de 2011

O Efeito Facebook

SAN FRANCISCO - O efeito Facebook está influenciando na forma como as pessoas leem as notícias on-line. E a internet, que funciona hoje como um ponto de encontro para os internautas, é peça-chave para compartilhar e recomendar conteúdo. Essa é a conclusão de um levantamento feito com 25 dos principais sites de notícias do mundo, divulgado nesta segunda-feira pelo Pew Research Center's Project.

O Facebook é responsável hoje por 3% do tráfego de leitores em 21 sites de notícias, que permitiram a análise de seus dados, de acordo com um coautor do estudo, Amy Mitchell. Cinco dos sistes analisados tem entre 6% e 8% de seus leitores oriundos do Facebook.

As menções e referências aos links de notícias vem normalmente de páginas postadas por amigos na rede social ou de cliques nos botões 'curti' (Like button), o que incentiva outros sites de notícias a incorporar o botão para a rede social em seus sites.

Entetanto, o efeito Facebook é pequeno se comparada à influência exercida pela Google. A gigante de internet domina o setor de buscas e representa cerca de 30% do trafégo de usuários nos principais sites de notícia, de acordo com o Pew.
Mas a diferença entre a influência exercida pelas duas companhias de internet pode diminuir.

O Facebook e outras ferramentas de compartilhamento na web, como o Addthis.com, estão encorajando as pessoas a compartilhar conteúdo com seus círculos sociais diariamente. Em contraste com a Google, que utiliza ferramentas automáticas como forma de ajudar usuários a encontrar notícias.

" Se a busca por notícias foi o acontecimento mais importante da última década, o compartilhamento delas pode ser um dos mais importantes da próxima "
O Facebook está na vanguarda deste caminho, contando com mais de 500 milhões de usuários em todo o mundo, levando o título de maior site de rede social da internet. Um canhão de grande porte para compartilhar e socializar conteúdo na web.

"Se a busca por notícias foi o acontecimento mais importante da última década, o compartilhamento delas pode ser um dos mais importantes da próxima", diz o relatório do Pew.

Por outro lado, os maiores sites de notícia afirmaram que a recepção dos leitores via Twitter é de apenas 1%, apesar da rede social de microblog ter reportado mais de 175 milhões de contas até o ano passado.

Entre os jornais on-line analisados pela pesquisa, apenas o site do 'Los Angeles Times' tem mais tráfego via Twitter do que via Facebook. Os cliques via Twitter representaram 3,5% de todo o tráfego on-line do Los Angeles Times, em comparação com pouco mais de 2% por cento via Facebook.

Ainda de acordo com o estudo, o 'The Drudge Report', um site que começou na década de 1990 e funciona como um agregador de notícias on-line, é a fonte de tráfego mais significante para sites jornalísticos via Twitter.

O relatório apresentado pelo Pew é baseado em uma análise de dados de tráfego de internet levantados pela Nielsen Co. durante os primeiros nove meses do ano passado.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Confira 10 dicas quentes para namorar online

Cada vez mais, o mundo está online. Grande parte das pessoas está conectada numa imensa rede de relacionamentos em tempo real ao redor do planeta! Isso faz com que as chances de encontrar um grande amor neste universo virtual aumentem consideravelmente. Se você está à procura, o ideal é que conheça as melhores dicas de paquera e, principalmente, que reconheça suas mais envolventes qualidades. Afinal, elas são suas ferramentas na arte da conquista!

1- Não tente se adequar ao outro
Algumas pessoas, infelizmente, com medo de não corresponderem às expectativas do outro, terminam perdendo a preciosa chance de se mostrarem como realmente são e... acertar “na mosca”. Ou seja, acreditando que devem se comportar de uma maneira que lhes parece mais adequada, não se mostram de verdade. Assim, terminam atraindo pessoas e relações que não correspondem com o que realmente desejam viver. Desperdiçam tempo, sentimento e energia tentando criar uma sintonia que poderia ter surgido com outras pessoas, naturalmente.

2- Cuidado com a ansiedade
Como muito bem avisa o dito popular “tudo o que é demais, faz mal”. Ansiedade pode ser muito boa quando na medida certa. Vai servir como impulsionadora para grandes feitos, para aflorar a criatividade, entre outros ânimos. Porém, quando ela angustia, paralisa ou faz com que você atropele os acontecimentos, certamente lhe renderá frustrações desnecessárias. Confie no ritmo e aposte que o que tiver de ser, será!

3 - Use sua intuição
Ao conhecer alguém, em geral você logo percebe o nível de identificação. Com algumas pessoas, o papo rola de modo super agradável e a vontade é de repetir a dose o quanto antes. Com outras, porém, o papo trava e os mal entendidos são frequentes. Claro que todo mundo merece uma segunda chance, mas se sua intuição lhe avisa que o encontro não vai render e que nada tem a ver com o que você quer, pra que se desgastar e insistir? Tente se manter em contato com suas verdadeiras intenções.

4 - Entenda os sinais...
Tem gente que, sem se dar conta, termina se comportando como masoquista. Parece que gosta de sofrer. Basta alguém começar uma sessão de “tortura psicológica” para a pessoa gamar. Diz que vai ligar e não liga, combina de conversar e não aparece, diz que vai marcar um encontro, mas nunca dá certo... Enfim, uma verdadeira “barca furada”! Mas a pessoa não desiste. Quer saber o que houve, dá outra chance e vai se machucando cada vez mais. Nestes casos, o melhor é relaxar e partir pra outra, porque quando uma pessoa realmente está a fim, não se comporta dessa maneira.

5 - Seja honesto consigo mesmo e com o outro
Quando você sabe o que quer, fica mais fácil chegar lá. O problema é quando isso não está claro para todos os envolvidos. Tem gente que só quer conhecer pessoas, sem necessariamente se envolver afetivamente ou assumir um compromisso, por exemplo. Tudo bem! As pessoas têm o direito de fazer suas escolhas. A questão é: seja claro com o outro. Diga o que quer e não abuse dos sentimentos alheios.

6 - Faça só o que quiser fazer
Outro dia, uma amiga me contou que vinha conhecendo vários rapazes. Marcavam de se encontrar num shopping e, às vezes, iam ao cinema ou em outros lugares. E confessou que, mesmo sem ter vontade, terminava beijando todos, por achar que era o mínimo que deveria fazer, já que marcou o encontro. Nada disso! Ninguém é obrigado a nada. Muito menos beijar alguém sem vontade. Um encontro significa apenas uma possibilidade. Faça somente o que tiver vontade.

7 - Do virtual para o real...
Encantar-se com alguém online é muito legal. Conversar, trocar telefones e desejar um encontro real é melhor ainda. O problema é quando essa realidade não chega nunca. Passam-se meses e até anos sem que um nunca consiga sentir o cheiro ou tocar o outro. E, ainda assim, vive-se em função desse suposto amor. Gente, é fato: quem quer estar com alguém, vai encontrar uma maneira. E se não encontrar, é porque não é pra ser! Se você quer viver um relacionamento real, ele tem de ser real, em todos os sentidos! Todos!!!

8 - Cuidado com as armadilhas
Gente é gente em qualquer lugar, até online. Ou seja, existem as honestas e as nem tanto. Portanto, seja realista! Quando marcar um encontro com alguém que você ainda não conhece pessoalmente, tome os cuidados básicos. Avise alguém sobre onde e com quem estará. Marque num lugar público. Tenha o mínimo de referências sobre esta pessoa e certifique-se, antes, de que são verdadeiras. Peça para alguém te ligar durante o encontro, para que você possa sinalizar caso esteja acontecendo algo inesperado. Enfim, cuide de você. Ame-se em primeiro lugar.

9 - Sexo virtual
Quando apimentar as conversas? Quando se expor sexualmente, mesmo que online? Eu diria que, em primeiro lugar, nunca – em hipótese alguma – deixe-se ser filmado. Esta é uma prática que só deve ser feita com quem você conhece e em quem confia muito. E quanto às formas de se expressar sexualmente, siga seu desejo. Faça somente quando estiver a fim. Não se deixe pressionar. Se começar e gostar, ótimo. Senão, avise que prefere parar. Se o outro realmente lhe respeita, vai respeitar também o seu tempo e o seu jeito.

10 - Não desista de ser feliz!
Tem gente que acha que se não deu certo na primeira, nem na segunda e nem na terceira, é porque esse lance de paquera online não é pra ela! Bobagem! Todo mundo pode se sair bem quando está disposto a se relacionar. Agora, raramente dá certo logo de cara! É preciso ter paciência, bom-senso e, acima de tudo, saber aproveitar e se divertir. Conhecer pessoas é tudo de bom e pode render aprendizados impagáveis. Transforme sua busca por um grande amor numa história cheia de alegrias e amadurecimento.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Em dez anos, 4 milhões de mulheres a mais que homens.

O Brasil passou a ter quase 4 milhões de mulheres a mais do que homens em dez anos, segundo dados do Censo Demográfico 2010, divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A relação entre os gêneros, segundo o estudo, é de 96 homens para cada 100 mulheres.

“Isso já vem ao longo dos censos e é em função da mortalidade. Apesar de nascerem mais homens, como a mortalidade dos homens é superior à das mulheres ao longo da vida, no final, você tem um contingente maior de mulheres”, explicou Fernando Albuquerque, gerente de projetos da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.

De acordo com Albuquerque, nascem 105 homens a cada 100 mulheres, mas como eles estão mais vulneráveis a situações de violência, por exemplo, o número de mortes é maior.

A capital carioca foi apontada no levantamento como a unidade da Federação com a menor proporção entre pessoas do sexo masculino e feminino, ao concentrar 91,2 homens para cada 100 mulheres.

A Região Norte é a única do país onde o contingente masculino é superior ao feminino. Segundo Fernando Albuquerque, esse fenômeno ocorre “em função dos movimentos migratórios e também do tipo de atividade – extrativa e de mineração –, em que os homens são a grande maioria”.

Outra constatação do levantamento que verificou a situação demográfica do país e as mudanças ocorridas entre 2000 e 2010 foi o envelhecimento da população brasileira que somou cerca de 190 milhões de habitantes (190.755.799) no ano passado. De acordo com o IBGE, o crescimento absoluto da população adulta e o aumento da participação da população idosa no país foram os fatores que mais contribuíram para o aumento da população brasileira.

O Censo Demográfico mostra que os grupos etários de menos de 20 anos vêm diminuindo no contingente populacional. “Em cada censo, a base [do gráfico demonstrativo onde a base representa a população mais jovem] se estreita mais em função da queda da fecundidade e o topo se alarga mais, com indicativo de maior longevidade”, explicou Albuquerque.

No cenário brasileiro, apenas no Norte e no Nordeste ainda mantêm uma base mais larga, ou seja, um contingente de jovens ainda maior do que em outras regiões. De acordo com o gerente de projetos do IBGE, a justificativa é que estados da região norte e nordeste iniciaram o processo de transição demográfica mais tarde do que no Sudeste, Sul e Centro-Oeste. “O declínio da fecundidade foi posterior ao das outras regiões isso faz com que o número de filhos ainda seja mais alto do que em outras regiões.”

Segundo Fernando Alburquerque, a tendência é de uma convergência no país, “com redução da diferença entre fecundidade e mortalidade entre as grandes regiões brasileiras”. As informações são da Agência Brasil.