O estômago vazio oferece ao cérebro alguns sinais que apontam a necessidade de se alimentar e imediatamente desencadeia-se o processo de busca pela comida.
Do ponto de vista biológico, quando o organismo passa longos períodos sem alimento, a capacidade de absorção aumenta contribuindo, assim, para o ganho de peso. Além disto, após períodos de jejum, os freqüentes sinais de fome emitidos por diversas partes do organismo ativam o centro cerebral que demora mais a ser desativado, prolongando a sensação de fome e incentivando o consumo alimentar. As explicações aqui apresentadas mostram que dietas radicais à base de jejum podem tornar mais sofrido o processo de emagrecimento e dificultar a manutenção da perda de peso. Enganar o estômago pode até ser uma tarefa simples, mas enganar o cérebro e seus mecanismos de compensação é uma empreitada bem mais árdua. Assim, quando se deseja optar pelo emagrecimento seguido por saúde e bem–estar a reeducação alimentar é, sem sombras de dúvida, a proposta mais indicada por respeitar os mecanismos de funcionamento do corpo e da mente. | |||||||||
domingo, 16 de agosto de 2009
Fome não combina com emagrecimento
Dê um upgrade na sua vida sexual - 10 dicas
O descompasso entre quatro paredes é apontado como a principal causa do término de relacionamentos. Os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2006, dão conta de que houve um aumento de 7,7% nos divórcios em relação ao ano anterior. E esse acréscimo denota uma mudança no comportamento feminino nas últimas décadas. Um estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) mostrou que os divórcios subiram mais de cinco vezes desde 1980. A causa apontada é a influência das novelas da Rede Globo, já que as transmissões da emissora foram expandidas para 98% dos municípios do País na década de 1990.
Com tantos relacionamentos fracassados, a rotina sexual acaba se transformando num fantasma que ronda a cabeça das mulheres. Reinventar a intimidade é o primeiro passo de uma relação saudável e duradoura. "Sexo tem que ser uma brincadeira gostosa", afirma a personal sex trainer Fátima Moura. "Se o casal estiver sempre recriando o básico, a rotina acaba virando novidade", diz Fátima.
Mas o ritmo de vida agitado exige, muitas vezes, horas extras no trabalho, além dos cuidados com os filhos e com a casa. As mulheres acabam, então, deixando de lado os momentos para curtir a sós com o parceiro. Esse é um comportamento que deve ser banido da vida a dois. "É preciso reservar tempo para o casal", fala a psicóloga e terapeuta de casal Marina Vasconcellos. "Eles não devem deixar de existir como marido, esposa e amante para priorizar os filhos", afirma a especialista.
Portanto, ao menos uma vez por semana, vale deixar os filhos com uma pessoa de confiança para namorar. "Transar em diferentes lugares da casa esquenta a relação", diz Carla Cecarello.
A personal sex trainer, por sua vez, aconselha provocar os sentidos do parceiro. "A mulher deve preparar o ambiente para o sexo com perfumes, vinho, música e finalizar com uma massagem erótica." Já Marina Vasconcellos acredita que criar um clima gostoso é o primeiro passo para uma transa de sucesso. "No meio do dia, mandar mensagens carinhosas por SMS ou email, por exemplo, são estimulantes. À noite, o casal pode sair para dançar ou ir a um show porque o retorno para casa terá um ambiente harmonioso e propício para o sexo", acredita Marina.
Quem busca aventura e quer inovar na cama, ainda pode procurar brinquedinhos eróticos. Mas a atenção na escolha é algo relevante. "Há uma grande rejeição pelos homens em relação a vibradores em formato de pênis porque eles se sentem ameaçados", afirma Carla. "Criar uma competição só vai prejudicar ainda mais a vida sexual." Dê preferência, portanto, para artigos "mais inofensivos". Existe uma gama de produtos, como géis, estimuladores de clitóris e esponjas vibratórias para o banho.
Se há um consenso de que a vida sexual não tem lá mais aquele clima ardente, é importante buscar alternativas para retomar o fogo de outrora. Para isso, os especialistas listaram 10 dicas incendiárias. Confira:
1. Deixar os filhos com alguém para ter a casa só para os dois e namorar à vontade. Explore todos os cômodos da casa para fazer sexo, a cama deve ser a última opção;
2. Deixar a vergonha de lado e conversar sobre sexo com mais frequência;
3. Cuidar do corpo, pois se a mulher está feliz consigo, ela se sente segura e poderosa para ousar na cama;
4. Buscar informações e novidades para apimentar a transa. Pode ser um livro erótico para ser lido a dois ou filme para servir de inspiração;
5. Varie as posições sexuais. O papai-e-mamãe é infalível, mas experimentar outras pode trazer um prazer jamais sentido até então;
6. O orgasmo não deve ser visto como objetivo final. Curta o corpo do parceiro, toque-o, massagei-o. O clímax vai chegar e será nada mais do que a consequência das preliminares;
7. Técnicas novas surpreendem o parceiro. Para não cair no ridículo, adapte-as a sua realidade e grau de timidez. O pompoarismo colabora com a conscientização corporal, o striptease provoca o parceiro por meio da visão e a massagem erótica estimula as zonas erógenas;
8. Mostrar a ele como gosta de ser tocada. O parceiro não tem a obrigação de saber o que dá mais prazer à mulher. Guie-o;
9. Surpreender o homem é sempre excitante para ele. Espere-o em casa com uma bela maquiagem, roupa sexy e jantar a luz de velas. A cama será o destino final;
10. Acrescente diversão ao sexo. Busque brinquedinhos eróticos, como géis que esquentam ou esfriam, estimuladores de clitóris ou esponjas vibratórias para o banho a dois.
Dicas para o dia do solteiro
A jornalista Rosa Demergian, de 50 anos, faz parte do grupo de bem com a vida. "Hoje, estou muito melhor sozinha do que com alguém." No entanto, não se classifica como uma solteira convicta, mas bem adaptada. Nunca se casou simplesmente porque as circunstâncias não levaram a isso. Não cria expectativas sobre o assunto e, se surgir a oportunidade de dividir a vida com alguém interessante, ótimo. Caso não role nada mais intenso, sem problemas também. "Eu me curto muito sozinha, mas não quer dizer que não goste de namorar. Tenho meus affairs de vez em quando, mas antes só do que mal acompanhada."
De acordo com psicólogos, é realmente possível ser feliz sozinho, sim. "Se uma opção não traz problemas para você e nem para os outros, no sentido de prejudicar alguém, é uma escolha possível", diz Antonio Carlos Amador Pereira, psicólogo, psicoterapeuta e professor do curso de psicologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. O principal é ter capacidade de manter bons relacionamentos, sejam amorosos ou de amizade.
Ailton Amélio da Silva, psicólogo do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela, lembra que há mecanismos que incentivam as pessoas a terem parceiros. Segundo ele, quem não tem parceiro pode estar em fase de transição. "Ficar sozinho também é importante, como quando se termina um relacionamento longo, para se equilibrar", afirma.
Os motivos para permanecer solteiro podem ser os mais distintos, passando por priorizar outros aspectos da vida, não ter encontrado alguém especial, estar decepcionado com experiências passadas. Satisfeitos ou não com a falta de um cobertor de orelha, os descompromissados contam com uma lista de benefícios, que muitas vezes fica escondida sob os olhares reprovadores da sociedade. Confira abaixo sete pontos positivos para comemorar com muita alegria o Dia do Solteiro, pelo menos enquanto este for seu "estado civil".
1 - Liberdade
Talvez seja o item que mais cause aquela inveja a muitos compromissados por aí. Poder fazer o que quiser, na hora que bem entender, sem ouvir reclamações ou cobranças, é muito bom, não? A solteira Rosa Demergian, de 50 anos, que o diga. Desfruta ao máximo desse detalhe. "Hoje, moro sozinha e não imaginaria mais alguém falando para não fazer peixe porque não gosta do cheiro que fica na casa, por exemplo. Recebo quem eu quero em casa, acordo, durmo e saio quando tenho vontade."
Os homens que deixaram de jogar futebol ou tomar um chope geladinho com os amigos por conta da parceira devem ter pensado, ao menos um pouco, nessa tal liberdade, assim como as mulheres que se privam de dançar em uma festa porque os acompanhantes não gostam e nem querem arriscar alguns passos na pista povoada de solteiros se esbaldando.
2 - Longe de hábitos irritantes
Viver longe de hábitos irritantes do parceiro agradaria, e muito, quem é casado ou vive junto. A mulherada costuma sair do sério quando encontra toalha molhada em cima da cama, cueca jogada pelo quarto, tampa do vaso sanitário levantada. Já os homens tendem a se incomodar com a calcinha pendurada perto do chuveiro, as dezenas de pares de sapato jogados embaixo da cama.
Podem parecer coisas banais, mas, com o tempo, os hábitos chegam a ter o poder de se tornar verdadeiros estopins de discussões feias. Portanto, solteiros, muitos casais brindariam de felicidade por terem em apenas um dia o que vocês conseguem sempre: encontrar as coisas do jeito que gostam quando chegam em casa depois de um longo dia de trabalho.
3 - Investir em oportunidades
Imagine a situação: você almeja há muito tempo uma promoção na empresa onde trabalha e, quando ela finalmente acontece, está vinculada a uma mudança de cidade ou Estado. A possibilidade de um solteiro aceitar a proposta tentadora é muito maior, não? Afinal, se optar pela oferta, não vai ter um parceiro para reclamar e, até, fazer com que deixe de lado o sonho do crescimento profissional.
4 - Economia
Estar solteiro também tem suas vantagens financeiras. Fica livre de gastar com presentes, flores, jantares românticos e motel na série de datas comemorativas: Dia dos Namorados e aniversários de namoro, casamento, primeiro beijo. Além disso, a conta telefônica também é menor, já que não existe aquela enrolação típica dos apaixonados de decidir quem é o primeiro a desligar enquanto os minutos e horas vão passando. Definitivamente, a conta bancária agradece!
5 - Tempo para você
Os psicólogos alertam que todos devem reservar um período para ficar sozinho, nem que seja por alguns minutos, e fazer o que gosta: ouvir música, ler, caminhar. Isso afasta ressentimentos por não dedicar-se a sua própria satisfação. Agora, fale a verdade, quem costuma conseguir com mais facilidade tempo de colocar em prática o que lhe faz bem: um solteiro ou alguém que tem de dividir a atenção com o parceiro e, ainda, os filhos? Mais um ponto a favor!
Rosa faz questão de usufruir momentos assim. Gosta de aventurar-se na cozinha, degustar aperitivos e divertir-se também sem companhia. "Gosto muito de mim. Para alguém entrar na minha vida, também precisa gostar muito de mim e me respeitar. Não vou admitir que tirem meu amor próprio."
6 - Menos compromissos sociais chatos
Depois de passar a semana inteira esperando pelo seu fim para ter tempo de concretizar o que planejou, o parceiro chega e anuncia que sábado vai ter festa na casa da sua tia-avó, com direito à reunião de todos os seus parentes mais chatos. Um belo banho de água fria! Os solteiros tendem a enfrentar menos situações como essas, porque só têm de aturar às reuniões de seus próprios familiares. Venhamos e convenhamos, é ainda mais incômodo aguentar comentários desagradáveis de alguém com quem não tem parentesco algum, né?
7 - Sozinho? Nunca!
Quem acha que estar solteiro é sinônimo de solidão está muito enganado ou nunca ouviu: "Solteiro, sim. Sozinho, nunca"? E isso não faz referência apenas a parceiros amorosos, mas também a amigos. Enquanto certos casais se isolam, os descompromissados podem muito bem manter o campo do relacionamento interpessoal ativo. Aliás, em alguns casos, são menos sós do que os casados, por exemplo. "Nunca senti solidão. Tenho amigos, saio muito. Mas, às vezes, me dá aquela vontade de estar com alguém e, de repente, os amigos não podem sair naquele dia. Mas e quantas vezes me senti sozinha estando junto? Foram muitas", lembra Rosa.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
As doenças cardiovasculares geradas pelo stresse social
O entupimento das artérias – aterosclerose – é uma das principais causas de doenças cardiovasculares e das mortes decorrentes do problema.
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O estudo foi publicado na última edição do jornal Obesity e traz importantes considerações sobre a epidemia de obesidade e o risco cardiovascular no mundo moderno.
Na pessoa com sobrepeso ou obesa, grande parte da gordura em excesso é depositada no abdômen. "Esta gordura se comporta de forma diferente à da gordura em outras partes do corpo. E os seus efeitos na saúde são muito mais graves", diz Carol A. Shively, coordenadora do estudo.
Para investigar como o estresse social interfere no desenvolvimento de doenças do coração, a equipe de Shively alimentou fêmeas de macaco com uma dieta contendo gorduras e colesterol. Os animais foram separados em grupo, e assim, naturalmente, estabeleceram uma hierarquia social de dominadores e subordinados. Estes últimos são frequentemente alvo de agressões e muitas vezes são excluídos das atividades do grupo.
Os pesquisadores descobriram que as macacas subordinadas, submetidas ao estresse social, desenvolveram mais gordura visceral (gordura na cavidade abdominal).
O estresse social causado pela subordinação desencadeou a liberação de hormônios que promovem o depósito de gorduras nas vísceras. A gordura abdominal, por sua vez, promove a formação de placas nas artérias.
Segundo Shively, tanto as mulheres quanto as fêmeas de macaco tem uma proteção natural contra as doenças do coração – tipicamente, a mulher desenvolve essas doenças dez anos mais tarde do que os homens. Mas os pesquisadores descobriram que as macacas submetidas ao maior nível de estresse e com mais gordura abdominal também tinham ovários que produziam menos hormônios cardioprotetores.
"Mulheres com deficiência hormonal têm mais aterosclerose e maior risco de doença do coração. Mas a mulher que não está produzindo a quantidade adequada de hormônios pode não saber que isso está acontecendo", diz Shively.
Os pesquisadores perceberam que a baixa produção de hormônios nem sempre diminui os ciclos menstruais. A partir dos resultados do estudo, eles recomendam que, em mulheres obesas ou com estresse elevado, seja feita uma investigação da função ovariana e dos níveis hormonais.
Além disso, Shively diz que os resultados reforçam a importância dos conselhos básicos para manter a saúde do coração: alimentação saudável, atividade física regular e uma boa administração do estresse.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
More bem, gastando menos!
O desafio do time de profissionais é apresentar soluções chiques e sustentáveis acessíveis ao bolso. Se você está construindo ou reformando, a mostra é um ótimo lugar para pesquisar materiais, soluções e ideias sustentáveis.
Substituir materiais nobres e caros por outros mais em conta sem perder o charme, utilizar produtos de ONGs e reaproveitar móveis ou eletrodomésticos de época são alguns dos artifícios encontrados nos projetos.
Além dos espaços, o evento conta com lojinhas (Loja de Interiores, Loja Sebrae/Fashion Rio e Loja dos Visitantes), que oferecem produtos para casa e moda. Um café, um restaurante e uma joalheria completam as opções do passeio. No dia 10 de setembro, desfiles de moda fitness e acessórios criados pela ONG Brasil Social Chique estão programados para acontecer nos jardins da casa.